Tenho uma hora para fazer um post

Falar do quê? A realidade entedia-me até à morte. Ao meu lado tenho um livro com uma das capas mais bonitas na minha biblioteca. Depois desta hora passar, vou ler mais um pouco de Propriedade, de Valerie Martin, e então vou para o quarto, repousar.
   Sobre o livro de Valerie Martin, haverá muito a dizer. Mas o que, a uma primeira alunagem, me despertou foi o pensamento, analítico e puro, sobre uma questão interessante: por onde se começa a escrever.
   O livro de Martin começa com esta frase: Isto não tem fim. Quem se der ao desprazer de ler a sinopse e críticas ao livro antes de concluir a leitura, o que nunca faço, vê naquela frase a possível falta de imaginação de Martin. A falta de imaginação pode ser muito boa, desde que compensada com elementos estéticos que façam esquecer a linearidade possível da narrativa.

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