Seria a sua própria voz as vozes que ouvira, parecendo que vinham lá de fora vinham de dentro?

Não sabia responder a estas inquietações.
   Há as coisas, que acontecem. Mas o que acontece por um motivo, porque tem de acontecer, ou faz sentido que aconteçam, essas, põem-nos diante da verdade. O narrador deste livro não quereria decerto aparecer se não fosse ele a voz que espia o seu personagem.
A morte.
   A verdade. A verdade faz avançar.
Da personagem sabemos o suficiente. A vida é suficiente para quem tenha vivido. E por isso este livro é para quem já tenha uma vida de verdades que foram vividas como impossíveis, ou para quem entenda que a morte não é um caminho sem saída.

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